5.6.10

Sociedade dos Poetas Mortos

Imagem: Divulgação

Título original: Dead Poets Society
Lançamento: 1989
Direção: Peter Weir
Gênero: Drama
No elenco: Robin Williams, Robert Sean Leonard, Ethan Hawke, Josh Charles

Sociedade dos Poetas Mortos acerta ao trazer a história de jovens cheios de asírações e vontade de viver, mas que são reprimidos por um rígido sistema educacional. Isto muda com a chegada do Sr. Keating, o nada ortodoxo professor de literatura. Os alunos descobrem-se capazes de "colher o dia", Carpe Diem em latim, o lema trazido pelo "Capitão".

Todd Anderson, Neil Perry, Steven Meeks, Charlie Dalton, Knox Overstreet, Richard Cameron e Gerard Pitts descobrem-se poetas em potencial ao "reabrir" a Sociedade dos Poetas Mortos, que teve sua primeira formação na geração do Sr. Keating.
 

Encanta ainda hoje, mesmo se tratando de um filme lançado há mais de três décadas, pois é uma história que não envelhece. Busca em todos a restauração da vontade do viver. O filme de Weir nos leva à locações fantásticas, que ambientam a trama e remetem muito bem ao clima dos anos 50. Traz um elementosmuito simbólico, a gaita de fole que representa os valores da Welton Academy.

3.6.10

Vamos começar...

Imagem: DMBeatles

Pois é, estou de volta. Estive dois anos afastada dos blogs. Foi um período de importante amadurecimento, desenvolvimento de personalidade e creio que de grandes mudanças. Mas enfim, não estou aqui pra falar disso.

Ou será que estou?
 
Vou dedicar este post de abertura para falar da lacuna de tempo em que não postei. Cresci alguns centímetros, encurtei o cabelo. Mas as mudanças mais importantes não são visíveis aos superficiais. São estas, também, que me trazem de volta ao universo blogueiro, num tipo de ciclo vicioso de pluga e despluga.

Continuo sendo uma leitora voraz. De Nietzsche a J.K. Rowling, Kafka e Saviano. Ainda sou fascinada por arte, por filosofia e por música clássica. Continuo tendo uma personalidade inconstante e vivendo numa solidão constante. O que mudou é que a solidão é agora um trunfo, não mais uma fraqueza. Aprendi a utilizar meu ego exageradamente grande para preencher o vazio. E me tornei minha melhor companhia. Permaneço no meu universo particular e preferindo rejeitar a realidade na superfície. Passou a ansiedade, cessaram os conflito internos. Agora minhas personalidades cooperam umas com as outras. E sinto que preciso voltar a compartilhar um pouco do meu mundo por aqui.